| |
Algoritmos Genéticos – O que é?
"Constituem uma técnica de busca e otimização, altamente paralela, inspirada no princípio Darwiniano de seleção natural e reprodução genética.” (M. A. Pacheco)
Evolução é um processo de otimização. Evolução não é perfeição.
As clássicas técnicas de hill climbing, purely random search, deterministic and gradient descent são geralmente insatisfatórias quando aplicadas a problemas de otimização não lineares, especialmente aqueles com componentes estocásticos, temporais ou caóticos.
Estes são os problemas que a natureza tem aparentemente resolvido de forma tão bem.
Redes neurais – O que é?
Redes neurais artificiais são um conceito da computação que visa trabalhar no processamento de dados de maneira semelhante ao cérebro humano. O cérebro é tido como um processador altamente complexo e que realiza processamentos de maneira paralela. Para isso, ele organiza sua estrutura, ou seja, os neurônios, de forma que eles realizem o processamento necessário. Isso é feito numa velocidade extremamente alta e não existe qualquer computador no mundo capaz de realizar o que o cérebro humano faz.
Nas redes neurais artificiais, a idéia é realizar o processamento de informações tendo como princípio a organização de neurônios do cérebro. Como o cérebro humano é capaz de aprender e tomar decisões baseadas na aprendizagem, as redes neurais artificiais devem fazer o mesmo. Assim, uma rede neural pode ser interpretada como um esquema de processamento capaz de armazenar conhecimento baseado em aprendizagem (experiência) e disponibilizar este conhecimento para a aplicação em questão.
Basicamente, uma rede neural se assemelha ao cérebro em dois pontos: o conhecimento é obtido através de etapas de aprendizagem e pesos sinápticos são usados para armazenar o conhecimento. Uma sinapse é o nome dado à conexão existente entre neurônios. Nas conexões são atribuídos valores, que são chamados de pesos sinápticos. Isso deixa claro que as redes neurais artificiais têm em sua constituição uma série de neurônios artificiais (ou virtuais) que serão conectados entre si, formando uma rede de elementos de processamento.
Simulação Monte Carlo – O que é?
Opções Reais – o que é?
Determinar a viabilidade e a prioridade de investimentos potenciais é um passo crítico na tomada de decisões gerenciais, as quais são tomadas em ambientes incertos. Estas incertezas podem representar um custo elevado, mas também podem criar oportunidades de valor elevado para os investidores. Diversos fatores determinam o surgimento dessas incertezas (como as condições do mercado, vide Apêndice A) e o gerente responsável pela tomada de decisões deverá acompanhar a evolução do mercado para assim realizar mudanças nos planos de investimento. O dinamismo do mercado e a flexibilidade gerencial na avaliação de projetos de investimento (que está relacionada com a aparição de novas informações relativas ao projeto) podem levar uma empresa a alterar o cenário definido originalmente, como por exemplo: diferir o projeto, expandi-lo, prorrogálo ou abandoná-lo após a fase de planejamento. Quando exercitadas de forma ótima, todas estas opções proporcionam flexibilidade que aumenta o valor do
projeto.
A análise de opções reais captura o valor dessa flexibilidade, o que os métodos tradicionais de avaliação de investimentos não conseguem fazer. Métodos como o Valor Presente Líquido (VPL) ou o Fluxo de Caixa Descontado (FCD) não são suficientes para captar o valor associado à flexibilidade, pois eles tratam apenas de fluxos de caixa previstos, descontados a uma taxa constante, por considerar o risco constante durante a vida do projeto. Tais limitações tornam esses métodos inadequados para análises quantitativas por induzir na maioria das vezes a taxas de desconto intuitivas. Em procedimentos deste tipo, existe forte tendência a valorizar excessivamente a aversão ao risco. Neste sentido estes métodos subestimam sistematicamente todo projeto. As opções reais são conseqüências naturais de circunstâncias criadas por situações do mundo real que proporcionam as características de irreversibilidade, incerteza e possibilidade de adiamento.
Essas características permitem estabelecer a seguinte analogia entre a oportunidade de investimento (opção real) e a opção financeira [1] [2]: uma firma com uma oportunidade de investimento irreversível carrega uma opção de investir no futuro (ou de esperar); ela tem o direito – mas não a obrigação – de comprar um ativo (o projeto) no futuro, a um preço de exercício (o investimento). Quando a firma investe, ela exerce a opção e paga um custo de oportunidade igual ao seu valor.
O exercício da opção (o investimento) é irreversível, mas a firma sempre tem a possibilidade de preservar o valor de sua opção (adiar o investimento) até que as condições de mercado se tornem mais favoráveis.
|
|